Guarda Municipal realizou ação preventiva contra manifestantes

 

A ação teve caráter preventivo em função do risco de incêndio que poderia ter sido provocado por velas acesas, além de evitar a ocupação de um prédio público, onde funcionam as várias secretarias do governo e agencias bancárias, como ocorreu recentemente na Universidade de São Paulo.

Ele conta que ao chegar à prefeitura encontrou um pequeno grupo de manifestantes pedindo mais segurança e acendendo velas, “apenas os alertei, pois as chamas das mesmas poderiam danificar as estruturas do Centro Administrativo, com o risco de provocar um incêndio de grandes proporções”, argumentou.

Capitão Walmir Souza Nascimento conta ainda ter indicado que o local mais apropriado para tal manifestação fosse o Complexo Policial ou 15º Batalhão da PM, que são os órgãos responsáveis pela segurança da população, uma vez que a prefeitura não tem nenhum envolvimento com essa questão atuando com a realização de políticas públicas na área social, econômica e de infraestrutura.

Informa ainda, que na sua intervenção preventiva os guardas municipais apagavam as velas passando seus bastões sobre as mesmas, “preocupados para que não houvesse um problema maior, como um incêndio. Com isso, nós tentamos interromper a ação de maneira pacífica, pois, em nenhum momento nós partimos para uma ação repressiva contra nenhum dos manifestantes.”

O comandante da GCM acredita que caso tenha ocorrido algum incidente, ele não envolveu nenhum representante da guarda municipal – o que seria objeto de um inquérito interno - e complementa: “se algum problema ocorreu, ele pode ter envolvido possivelmente algum transeunte que passava pelo local e que não aprovou a forma da manifestação”, finalizou.