Guarda Civil Municipal de Itabuna convocara para auxiliar na ordem pública


No documento ele enfatiza que diante da insegurança reinante na cidade, que chegou a ter o comércio e atividades do setor financeiro paralisadas na tarde da última quinta-feira (2), “solicitamos que parte dos efetivos deslocados para a Bahia pelo governo federal sejam também enviados para Itabuna, que é um dos pólos da região Sul da Bahia”.

Além de formar um gabinete de crise integrado pelo secretário da Administração, Maurício Athayde; pelo diretor da Agência Municipal de Regulação, Controle e Fiscalização dos Serviços Públicos, Jorge Vasconcelos; da coordenadora de articulação política e institucional Maria Alice Araújo Pereira, do secretário de Indústria, Comércio e Turismo Carlos Leahy, secretário de Transporte e Trânsito Wesley Melo, além de uma equipe de assessores do governo da área jurídica e comunicação, o prefeito Azevedo manteve durante todo o dia contatos telefônicos com o Comando Geral da PM, em Salvador e do 15º BPM em Itabuna, para acompanhar a situação da paralisação dos policiais militares.
Para o prefeito a grande preocupação do governo municipal é com a segurança da população e do comércio que sofre prejuízos com a paralisação das suas atividades e suspensão de vendas, inclusive colocando em prontidão o efetivo da Guarda Civil Municipal, cuja missão constitucional é de proteger o patrimônio público e tem um efetivo limitado para atuar na segurança de uma cidade do porte de Itabuna, que tem mais de 200 mil habitantes e está localizado à margem das BRs-101 e 415.
O Capitão Azevedo salienta que, mesmo assim a Guarda Municipal foi acionada e colocada como força auxiliar de segurança atuando nas áreas consideradas de mais tensão ou onde for registrado algum tipo de incidente. A prefeitura também adiou a Lavagem do Beco do Fuxico, que seria realizada neste sábado (4).